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Postagens

A grata surpresa de 1º de abril do Sonic

 As pegadinhas de 1° de abril já são tradição, e as empresas de mídia também costumam fazer algumas dessas brincadeiras, algumas mais elaboradas do que outras e são momentos em que a criatividade rola solta nessas pegadinhas, algumas levadas a sério demais, o que é o caso de "The Murder of Sonic the Hedgehog".  The Murder of Sonic the Hedgehog é uma visual novel, lançada gratuitamente e bem curtinha em que o jogador assume um papel de detetive tentando descobrir quem assassinou Sonic, acumulando pistas, coletando depoimentos de personagens do universo de Sonic e contando com a ajuda de outros personagens, em que se destacam Tails e Amy. Eu não sou muito fã de jogos de plataforma, apesar de Mario Galaxy ser um dos meus jogos favoritos, o gênero de plataforma não me agrada, principalmente plataforma 3D, e eu, em geral prefiro jogos mais voltados a estratégia e RPGs. Plataformas 2D em geral me agradam mais, com os jogos da série Mario, os primeiros jogos da série Sonic e outros ...

Half-Life 2 é tudo que se espera de uma sequência de um jogo genial

 Half-Life é um jogo maravilhoso, realmente inovador para sua época, mas que em alguns momentos envelheceu mal, isso porém não pode ser dito sobre sua sequência. Half-Life 2 envelheceu maravilhosamente bem. É incrível o que foi feito neste jogo em 2004 (que foi um ano maravilhoso para os videogames). Half-Life 2 é um jogo que parece lançado dez anos a frente do seu tempo. O jogo se passa alguns 20 anos após os acontecimentos na Black Mesa, que são relatados, tanto no jogo original quanto em Opposing Force e em Blue Shift. Gordon Freeman volta ao papel de protagonista, enquanto Barney Calhoun aparece como um personagem não jogável, assim como vários outros personagens novos introduzidos neste jogo. Os personagens não jogáveis desta vez tem muito mais carisma e são muito mais interessantes, com o grande destaque sendo a Alyx. Os avanços tecnológicos são claramente sentidos nestes 4 anos que separam o primeiro Half-Life e Half-Life 2, a engine Source permite que os personagens sejam m...

Half-Life: Opposing Force é mais uma versão de Half-Life

 Como se pode ver pelos textos recentes deste blog, eu tirei os últimos dias para terminar a trilogia de Half-Life para os acontecimentos do primeiro jogo, embora eu os tenha jogado na ordem inversa ao lançamento, jogando Blue Shift primeiro e Opposing Force depois, não muda muita coisa, já que os dois jogos se passam em um mesmo período de tempo, que também é o mesmo do primeiro Half-Life. Opposing Force desta vez traz o ponto de vista de Adrian Shephard, um militar enviado para Black Mesa após os incidentes do início de Half Life, ou seja, desta vez os militares estão do seu lado. O jogo traz muitos cenários reutilizados de Half-Life, incluindo uma aparição de Gordon Freeman em certo momento, porém, ele também traz uma grande variedade, com novas armas, inimigos, mecânicas e até outro chefe final Opposing Force é consideravelmente mais curto que Half-Life, embora seja mais longo que Blue Shift, também traz mais variedade, a mecânica de subir por cordas é interessante e bem utiliz...

Half-Life: Blue Shift traz uma outra versão para os acontecimentos de Half-Life

 Half-Life é um ótimo jogo que marcou época quando foi lançado e foi um sucesso de vendas, naturalmente, a espera por sua sequência foi enorme e, enquanto a Valve trabalhava em Half-Life 2, saíram dois spin-offs, feitos pela Gearbox e que trazem duas visões diferentes dos acontecimentos do primeiro jogo. Primeiro, em 1999, um ano após o original, foi lançado Half-Life: Opposing Force, que eu ainda não joguei, mas que devo jogar muito em breve, e dois anos depois saiu Half-Life: Blue Shift, que é o assunto deste texto. Half-Life: Blue Shift mostra os acontecimentos do primeiro jogo pela visão de Barney Calhoun, um segurança da Black Mesa tentando escapar com a colaboração de alguns cientistas da Black Mesa. O jogo em si é mais da fórmula bem-sucedida de Half-Life, com os mesmos inimigos, armas similares e alguns locais repetidos, porém, Blue Shift tem uma duração consideravelmente menor que o original, apenas servido para saciar a vontade de quem estava ansioso por mais Half-Life ap...

Command and Conquer Remastered: um clássico dos RTS

 Eu amo jogos de estratégia, passei muito mais tempo do que me orgulho jogando Warcraft e seus derivados, volta e meia crio saves em Crusader Kings ou Europa Universalis, amo Age of Empires e durante muito tempo carregava uma cópia de Advance Wars para onde ia. Meu amor por RTS é tão antigo que tenho em meu computador um save de Warcraft III que terá idade suficiente para votar nas eleições de 2024. E uma das séries mais marcantes e relevantes no nicho de RTS é a série Command and Conquer, que marcou época nos anos 90/2000 até ser brutalmente assassinada pela Eletronic Arts (com requintes de crueldade visto a qualidade dos últimos jogos), mas que tem um respiro com a Remastered Collection, que disponibilizou os dois primeiros jogos da série em uma versão remasterizada, com melhorias gráficas e de qualidade de vida, além de uma versão que roda melhor em computadores mais modernos e versões em HD das famosas cenas de FMV. Este texto tratará apenas do primeiro destes dois jogos: Comma...

Morte, conexões e Death Stranding

 Confesso que durante muito tempo tive um certo preconceito com Death Stranding, preconceito este relacionado a seu criador, Hideo Kojima, e seus insuportáveis fãs, que o tratam como uma das mentes mais geniais da humanidade. O ego de Kojima e a adoração de seus fãs me fizeram ver Death Stranding como um jogo comum, superestimado por seu criador e fãs por muito tempo, até que finalmente decidir dar uma chance ao jogo. Peguei o jogo no último natal, quando foi distribuído de graça pela Epic Store e, por curiosidade, decidi começar a jogá-lo em fevereiro, já pronto para desistir no meio e com o objetivo de ter argumentos para poder falar mal do jogo com certa propriedade, porém a história de Death Stranding me fisgou de um jeito que hoje, quase 28 horas de jogo depois, terminei sua história. A história não é perfeita, tem suas muitas bizarrices e nomes sem criatividade, marcas registradas de Kojima, além de alguns plots serem previsíveis devido a apresentação das cenas, porém, os ato...

Descobrindo o motivo de Half-Life ser tão amado

 Se você olhar as postagens recentes deste blog e lê-la, caro leitor, é fácil perceber que eu me interesso bastante pelas franquias da Valve, eu amo Portal, jogo Team Fortress 2 até os dias de hoje, gosto muito de Left4Dead, jogava Counter Strike com os amigos nas lan houses e nas aulas de informática da escola  e gastei mais tempo no Dota 2 do que gosto de admitir, porém faltava talvez a principal franquia da Valve: Half-Life Até que em algum momento durante a Steam Winter Sale eu percebi que toda a franquia Half-Life (exceto o novo Half-Life Alyx, disponível apenas em realidade virtual e o spin-off Half-Life Decay, que nunca foi lançado para PC) estava em promoção, então achei que tinha chegado a hora de finalmente entender o motivo de tanto hype em torno desta franquia. A primeira parada é, claro, o primeiro jogo, Half-Life foi lançado em 1998 para PC e posteriormente portado para Playstation 2.  Half-Life tem quase 25 anos e inclusive foi lançado alguns anos antes do ...

Portal RTX: Revisitando um clássico

 Portal é um jogo sensacional, das obras primas que a Valve costumava produzir quando ainda fazia jogos com regularidade, e fiquei realmente empolgado quando foi anunciada uma remasterização deste classico com o esquema de luzes da tecnologia de ray-tracing da Nvidia.  Eu já tinha jogado Portal anteriormente e resolvi jogar novamente no momento que tive acesso a esta nova versão, as mudanças são apenas gráficas e na iluminação de um jogo ainda muito bonito e que envelheceu muito bem, de resto, é o mesmo Portal que trouxe a maior mentira do mundo dos videogames em 2007, sem fases novas ou conteúdo bônus. Portal RTX é mais uma forma de demonstrar a tecnologia, porém qualquer motivo que leve pessoas a jogar e rejogar Portal é bem-vindo, ainda mais que a versão é totalmente gratuita para todas as pessoas que possuem Portal na Steam. O único grande defeito de Portal é seu tamanho curto, porém isso é facilmente compensado com os desafios extras, também presentes nesta versão, e com ...

Tiny Tina's Assault on Dragon Keep: meu primeiro Borderlands

 No final de 2021 em um dos jogos grátis que a Epic distribui semanalmente, estava Tiny Tina's Assault on Dragon Keep, originalmente uma DLC de Borderlands 2, posteriormente lançada em formato standalone para promover o mais recente jogo da franquia: Tiny Tina Wonderlands.  Esse spin-off foi meu primeiro contato com a franquia Borderlands, e foi tão positivo a ponto de me fazer comprar Borderlands 2, o mais aclamado da franquia, que comecei a jogar, porém ainda não zerei, mesmo estado em que Assault on Dragon's Keep ficou por um bom tempo, mas não pela qualidade do jogo, e sim pela quantidade de jogos que estava jogando ao mesmo tempo, até que, nesse sábado, 14 /01/2023, resolvi, por fim, terminar o jogo, que tem uma duração interessante para uma DLC e ainda várias sidequests que não completei. O jogo traz uma aventura de RPG em que se passa no mundo de Borderlands e é mestrada pela personagem Tiny Tina, o jogo segue bastante a mistura feita pela série principal de Borderlands...

Star Wars Jedi Fallen Order: uma mistura interessante

 Imagine um jogo que traz as famosas mecânicas de combate de Dark Souls e sua estrutura geral, a exploração e as plataformas de Tomb Raider e se passa no conhecido universo de Star Wars. Essa mistura final é Star Wars Jedi Fallen Order, o melhor jogo do universo de Star Wars desde a série Knights of the Old Republic. Jedi Fallen Order se passa entre os episódios III e IV de Star Wars e traz a história de Cal Kestis, um padawan jedi que consegue escapar da Ordem 66 e se refugia em um dos planetas do universo, se escondendo da ameaça do Império Galáctico e reprimindo sua ligação com a força, até que a perseguição dos inquisidores encontra Cal, e ele precisa agir para sobreviver e tentar salvar o máximo possível de vidas com a ajuda de seu dróide, BD-1. O jogo traz toda a estrutura de combate de um souslike, com as mecânicas do gênero adaptadas para o universo de Star Wars, o jogo também traz opções de acessibilidade para os que não querem encarar a dificuldade tradicional de um souls...

Sobre sequencias espirituais e Anacrusis

 Anacrusis foi o segundo jogo que eu "zerei" em 2023 e por isso estou falando sobre, mas antes de entrar no texto em si, é preciso explicar um pouco o motivo de eu ter usado aspas nesta frase anterior: Anacrusis está em acesso antecipado e, portanto, ainda não tem um final, mas estou fazendo uma postagem pois terminei os 3 capítulos completos e mais o quarto capítulo, ainda incompleto, o jogo também conta, ao menos no PC, com suporte a campanhas e mapas feitos pelos jogadores, o que adiciona muito mais conteúdo ao jogo, porém eu não vou abordar tanto este conteúdo feito pela comunidade e me focarei apenas no jogo base. Não é segredo pra ninguém que tem o hábito de jogar os quão bons e influentes são os jogos feitos pela Valve, desde o sucesso estrondoso de Half-Life, o cenário competitivo atual moldado por Dota 2 e principalmente Counter-Strike, o quanto Team Fortress 2 e Left4Dead expandiram o cenário multiplayer de FPS e como os puzzles criativos de Portal continuam a ser u...

Deep Sky Derelicts: e se Darkest Dungeon fosse um jogo de cartas?

 Começou 2023 e com ele resolvi voltar a usar mais este blog e tive uma ideia nada original para isso: vou tentar catalogar todos os jogos que eu finalizar neste ano, com uma pequena descrição do jogo e as minhas opiniões sobre. Já adianto que a possibilidade de eu desistir no meio do caminho é alta, mas estou destinado a tentar, então vamos lá: O meu primeiro jogo finalizado em 2023, mas comecei a jogar em 2022 e se chama Deep Sky Derelicts.  O estilo e algumas mecânicas de Deep Sky Derelicts se assemelham um pouco a Darkest Dungeon, jogo lançado um ano antes e que é um dos principais jogos indies da última década, porém, em outros pontos, Deep Sky Derelicts se distância muito de Darkest Dungeon, a começar pela ambientação: Deep Sky Derelicts se passa no espaço ao contrário do cenário medieval de Darkest Dungeon.  Deep Sky Derelicts também é um jogo bem mais acessível ao público geral, não conta com a mecânica de stress de Darkest Dungeon e também não traz a morte perman...

Tomb Raider (2013): um reboot que funciona

 O primeiro Tomb Raider foi lançado 25 anos atrás e foi um sucesso, a franquia desde então se tornou uma das mais reconhecíveis dos videogames e virou até filme, muitos jogos foram influenciados pelas aventuras de Lara Croft, com Uncharted sendo uma franquia bem sucedida claramente inspirada em Tomb Raider (e em Indiana Jones, que também serviu de inspiração para a Eidos). Em 2013, depois de mais de 15 anos do jogo original e da aquisição da Eidos pela Square Enix, a franquia teve um reboot, dando inicio a trilogia de jogos mais atual (que teve também Rise of the Tomb Raider e Shadow of the Tomb Raider). E é sobre esse reboot que eu vou comentar hoje. O jogo é obviamente muito fiel a formula original da franquia, mas também bebe muito nas influências do que veio depois, com uma influência sensível de Uncharted no pacote. O jogo serve como uma forma de modernizar a franquia as tendências mais atuais, com uma história contada através de cutscenes, quick-time events e colecionáveis co...

Silicon Valley e o brilho dos coadjuvantes

 Silicon Valley é uma série que parecia interessante desde sua estreia, mas que eu nunca tinha me interessado o suficiente para ver, alguns dias atrás, após terminar Sopranos e ver o filme spin-off, decidi ver qual é a da série e bem, devorei ela ao ponto de terminar em menos de uma semana. Silicon Valley é uma comédia sobre empreendedorismo, com toda a história se voltando a uma pequena startup tentando sobreviver e ser bem sucedida no mercado da tecnologia, enquanto lida com investidores, problemas judiciais, concorrência e o ego de bilionários excêntricos. O personagem principal de Silicon Valley é talvez o menos carismático de toda a série, o que me parece proposital, já que é nítida a inspiração em Mark Zuckerberg, criador do Facebook. A série é carregada pelos coadjuvantes, principalmente pela dupla Dinesh e Gilfoye. Dinesh é um programador paquistanês com problemas de socialização, basicamente um Raj de The Big Bang Theory, só que engraçado. Gilfoyle também é um programador,...

Os muitos santos de Newark: precisava?

 A relação entre Tony Soprano e Christopher Moltisanti é uma das principais histórias de Sopranos, a relação deles muitas vezes lembra a de um pai com o seu filho e a série sempre trouxe a informação que a relação de Tony com o pai de Christopher, Dickie Moltisanti era parecida, a ideia de trazer um filme trazendo essa relação não poderia dar errado, ou poderia? Bom, eu já falei aqui que meu objetivo com esse blog é recomendar as coisas que eu gosto, mas hoje, pela primeira vez eu vou falar de algo que não curti, o que é uma pena, já que o motivo deste texto é o filme spin-off de Sopranos, que, como já dito, é uma série tecnicamente perfeita e a melhor que eu já vi. A começar pelos elogios, as atuações em Muitos Santos de Newark são excelentes, os atores conseguiram entrar no personagem de uma forma maravilhosa e um fã de Sopranos vai conseguir encontrar muitos dos tiques e trejeitos de cada um dos personagens, o forte de Muitos Santos de Newark é conseguir trazer um pouco mais sob...

The Sopranos: Muito mais do que uma série sobre máfia

 Sopranos foi uma série revolucionária em todos os aspectos, foi uma das primeiras grandes produções televisivas de grande sucesso, a primeira da HBO e abriu as portas para muitas obras com claras inspirações, não é absurdo dizer que a história da cultura popular atual se transformou no momento que Tony Soprano adentra o escritório da psiquiatra Jennifer Melfi. Eu sempre ouvi falar muito bem de Sopranos, a primeira vez que eu ouvi falar da série já era uma discussão sobre a ultima cena do ultimo episódio da série, cena essa que, segundo registro, congestionou as linhas da HBO Americana no momento em que foi ao ar pela primeira vez. Com o passar do tempo, fui apenas aumentando a curiosidade por está série, até que a pouco mais de um mês eu comecei a ver, e hoje digo com total certeza que, em termos técnicos, The Sopranos é, de muito longe, a melhor série que eu já vi. Apesar de tratar de mafiosos e suas tramas por poder, vingança ou mais dinheiro, Sopranos está longe de ser uma séri...

O desapego da arte e a minha exceção pessoal

 Pra você que está acostumado a ler este blog, já deve ter percebido que todos os textos sobre algo específico são sobre uma história que eu curti. Eu acho que isso é meio que um caminho natural, já que eu prefiro falar sobre coisas que eu gosto e eu quero que mais pessoas tenham a mesma experiência. Outro motivo é que este blog funciona meio como uma válvula de escape para mim, eu gosto de vir aqui escrever e escrever sobre algo que eu goste é o que faz mais sentido nesse caminho, mas também tem outro motivo: Eu tenho uma certa facilidade em desapegar de histórias. Livros, filmes, séries, jogos... Muitas vezes eu simplesmente largo no meio quando paro de achar interessante. Isso é algo que por muito tempo eu achei que era normal e algo que a maioria das pessoas fazia, mas com o passar do tempo percebi que uma quantidade considerável de pessoas continua acompanhando a história mesmo quando não se interessa mais.  A mesma coisa aconteceu já varias vezes, eu começo uma série e n...

A empolgante aventura de Control

 Control é um jogo que, sinceramente, não me chamava muita atenção. Um jogo que parecia muito bonito, mas que eu não tinha a menor ideia do que se tratava até jogar, e isso valeu muito a pena para a minha experiência jogando ele. Esse é mais um dos jogos que eu peguei de graça na Epic Games Store (e atualmente a versão Ultimate do jogo está de graça no GOG se você tem Amazon Prime, só resgatar na pagina do Prime Gaming, junto com alguns outros jogos). Mas afinal de contas, sobre o que se trata Control? O jogo inicia com a protagonista, Jesse Faden, entrando no prédio do Departamento Federal de Controle decidida a resgatar o seu irmão, Dylan, que está preso dentro do prédio, ao entrar na sala do diretor, Jesse encontra o diretor morto com a sua arma ao lado. A arma do diretor é um objeto paranormal e ela escolhe o próximo portador do cargo, no caso, Jesse. Jesse então vaga pelo Departamento interagindo com outros objetos paranormais e se livrando do ruído, uma energia que toma conta...

Como os mockumentarys me fizeram voltar a ver comédia

 Eu fiquei anos sem ver séries de comédia. Isso é, as séries de comédia live action padrão, as animações eu continuei vendo e inclusive descobri animações sensacionais como Bojack Horseman e Rick and Morty. Mas as séries de comédia normalmente não me interessavam, isso até dezembro de 2019. Em dezembro de 2019 eu dei play em The Office, ali as coisas iam mudar e eu conheci a série de comédia que me fez voltar a ver séries de comédias, hoje eu amo The Office. Tenho certos episódios para certos dias e mesmo depois de ver certas cenas a exaustão elas ainda não perdem a graça. The Office é uma série que se passa numa empresa de papel, com certos personagens que com certeza você conhece alguém com estas características e outros que são bem caricatos, mas que funcionam de uma forma que a série fica absurdamente engraçada, o humor de The Office é muito baseado em vergonha alheia, não é algo para todos e se você se incomoda fácil com vergonha alheia você provavelmente não vai curtir. A mai...

Reflexões sobre obras e seus protagonistas

 24 de Setembro de 1991, pouco mais de 30 anos atrás era lançado o Nevermind, um dos álbuns mais influentes da história da música, Nevermind foi o responsável por colocar de vez o grunge no cenário musical e enterrar as bandas de hard rock, A obra prima de Kurt Cobain, Krist Novoselic e Dave Grohl catapultou a banda ao estrelato e também trouxe holofotes para ótimas bandas do estilo, como o Pearl Jam e o Soundgarden. No meio das doze faixas perfeitas do disco temos In Bloom, a segunda faixa do disco e o quarto single, com um  videoclipe marcante em que a banda recria a marcante apresentação dos Beatles no Ed Sullivan Show. O especial de In Bloom é a sua mensagem, que fala justamente sobre pessoas que não captam as mensagens das obras ("he's the one, who likes all our pretty songs, and he likes to sing along, and he likes to shoot his gun, but he knows not what it means")   E bom, é sobre isso que quero falar hoje, sobre o cara que gosta de todas as musicas bonitinhas...